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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

1 O Fator Imediato

Algo interessante de se notar nas pessoas é o extremo senso de imediatismo. Ou seja, a resposta sensitiva determinada unicamente pelo agora, desconsiderando qualquer analise racional prévia. A decisão sendo tomada apenas pela impressão, percepção do momento.

Algo como se estivéssemos indo a caça e o colega está doente no dia, tal atitude será respondida com rancor e desaprovação dos outros membros da tribo mesmo que alguém indague: “mas ele era o melhor caçador!” – Não importa, ou ele trás comida ou morremos de fome – poderia ser uma resposta natural.

Talvez a publicidade, política e etc. seja apenas um reflexo deste comportamento. É sempre bom ter em mente que sempre tendemos a pender mais para o lado do "quanto isso me faz sentir bem", à quão relevante é a proposta.

Por isso a venda é elaborada em etapas. Primeiro você é entretido com algum programa na televisão, por exemplo, e logo em seguida no ápice do êxtase a proposta, compre já.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

0 Marketing Político: O Show das Eleições

Ver um candidato durante o horário eleitoral pode realmente influenciar no seu voto? - Qual o intuito da mídia em tornar as eleições um espetáculo nacional?

Discussão sobre o marketing político no videocast do Brainstorm9.com com a participação de Marcelo Tas, Soninha vereadora de São Paulo, Cristiano Dias e Carlos Merigo. A conversa aborda além tópicos citados acima, a eficiência de debates políticos e os hábitos do eleitor brasileiro.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

0 Estudo mostra que crianças preferem a vida real à digital

Uma pesquisa feita pelo grupo Disney e, divulgada no início desta semana, comprova o pensamento que faz parte da natureza humana aprender a lidar com limites externos. Segundo o estudo, crianças europeias entre oito e 14 anos preferem vida real à internet.

O relatório aponta que mais de 30% das 3.020 crianças entrevistadas gosta mais de encontrar amigos pessoalmente a conversar e manter contato em redes sociais ou em programas de mensagens instantâneas. Destas, 44% acreditam que a web contribui para manter amizades. Segundo Victoria Hardy, diretora-executiva de Pesquisa para os Canais Disney na região, as crianças da “geração XD” já compreendem o impacto que a tecnologia terá sobre suas vidas.

Trata-se de uma das primeiras reflexões sobre a distribuição de tempo entre vidas “on-line e offline“. Aos poucos, percebe-se a possibilidade de construir uma sociedade mais equilibrada, digitalizada, porém moderada. Um estágio de amadurecimento entre tecnologia e comunicação em um grupo seleto que conheceu o mundo de forma conectada. Sai dos holofotes a “era do excesso” ou abundância para valorizar a possibilidade que dois cenários distintos produzidos por uma mesma pessoa possam potencializar relações sociais

Fonte: Vivee

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

1 57% da população deixaria a capital paulista se pudesse

Um estudo do instituto Ibope encomendado pelo Movimento Nossa São Paulo revela que 57% da população que vive na capital paulista sairia da cidade se pudesse. Em 2008, o porcentual chegava a 46%. O levantamento, divulgado nesta terça-feira, revela que houve queda nos principais índices de bem-estar dos paulistanos.

Segundo a pesquisa, aumentou de 6% para 28% a quantidade de pessoas que afirmam temer alagamentos. Também apresentaram altas o receio em relação ao trânsito (de 16% para 18%), a atropelamentos (de 7% para 13%), a assaltos ou roubos (57% para 65%) e às torcidas organizadas de futebol (de 6% para 11%).

A pesquisa por amostragem foi feita em dezembro do ano passado e entrevistou 1.512 pessoas. Foram cobertas todas as regiões de São Paulo e mesclados perfis variados em relação a sexo, grau de instrução, cor, estado civil e renda. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

O levantamento teve como base os itens referentes à qualidade de vida sugeridos por mais de 40.000 pessoas. Os entrevistados puderam dar notas de 1 a 10 para a cidade baseados nesses itens – a nota 1 significa estar totalmente insatisfeito; a nota 10, totalmente satisfeito. A nota média de São Paulo foi de 4,8 pontos.

Setores - A nota mais alta ficou com o quesito relações humanas, com 6,5 pontos. Em seguida, aparece o item religião e espiritualidade, com 6,3. O quesito trabalho também obteve nota acima da média, com 6,2, embora o número de entrevistados que consideram algum aspecto do trabalho bom ou ótimo não tenha passado de 25%.

Saúde e educação ficaram com uma média de 5,1 e 5,0, respectivamente. Mais de 60% dos entrevistados acreditam que não há democracia na educação e 71% acham que o serviço para agendar consultas, exames e resultados nos sistemas de saúde é ruim ou péssimo. Os menores índices, por sua vez, ficaram com segurança (4,3), transporte (4,0), desigualdade social (3,9). A nota mais baixa ficou com transparência e participação política (nota 3,3).

Prefeitura - A aprovação da gestão do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), foi fortemente abalada no último ano, segundo dados da pesquisa. Em relação à última edição, passou de 12% para 26% o total de pessoas que avaliaram a gestão como ruim ou péssima. Dentre os que consideram ótima ou boa, caiu de 46% para 28%.


Fonte: Veja.com

0 O Poder das Mídias Sociais

A publicidade está por todos os lados e, cada vez mais, invade nossas vidas das formas mais variadas. A bola da vez no mundo da propaganda são as mídias sociais. Twitter, Orkut, blogs e outras redes estão sendo bombardeados por ações focadas naquele público específico, muitas vezes formador de opinião. Nesta nova forma de "ataque", o importante não é a quantidade de pessoas impactadas, mas sim, a qualidade do público que consome a informação.

0 Nos laços (fracos) da internet


Em nenhum outro país as redes sociais on-line têm alcance tão grande quanto no Brasil, com uma audiência mensal de 29 milhões de pessoas. Mas ter milhares de amigos virtuais não deixa ninguém menos solitário


As redes sociais na internet congregam 29 milhões de brasileiros por mês. Nada menos que oito em cada dez pessoas conectadas no Bra-sil têm o seu perfil estampado em algum site de relacionamentos. Elas usam essas redes para manter contato com os amigos, conhecer pessoas – e paquerar, é claro, ou bem mais do que isso. No mês passado, uma pesquisa do Ministério da Saúde revelou que 7,3% dos adultos com acesso à internet fizeram sexo com alguém que conheceram on-line. Os brasileiros já dominam o Orkut e, agora, avançam sobre o Twitter e o Facebook. A audiência do primeiro quintuplicou neste ano e a do segundo dobrou. Juntos, esses dois sites foram visitados por 6 milhões de usuários em maio, um quarto da audiência do Orkut. Para cada quatro minutos na rede, os brasileiros dedicam um a atualizar seu perfil e bisbilhotar o dos amigos, segundo dados do Ibope Nielsen Online. Em nenhum outro país existe um entusiasmo tão grande pelas amizades virtuais. Qual é o impacto de tais sites na maneira como as pessoas se relacionam? Eles, de fato, diminuem a solidão? Recentemente, sociólogos, psicólogos e antropólogos passaram a buscar uma resposta para essas perguntas. Eles concluíram que essa comunicação não consegue suprir as necessidades afetivas mais profundas dos indivíduos. A internet tornou-se um vasto ponto de encontro de contatos superficiais. É o oposto do que, segundo escreveu o filósofo grego Aristóteles (384-322 a.C.), de fato aproxima os amigos: "Eles precisam de tempo e de intimidade; como diz o ditado, não podem se conhecer sem que tenham comido juntos a quantidade necessária de sal".

Por definição, uma rede social on-line é uma página na rede em que se pode publicar um perfil público de si mesmo – com fotos e dados pessoais – e montar uma lista de amigos que também integram o mesmo site. Como em uma praça, um clube ou um bar, esse é o espaço no qual as pessoas trocam informações sobre as novidades cotidianas de sua vida, mostram as fotos dos filhos, comentam os vídeos caseiros uns dos outros, compartilham suas músicas preferidas e até descobrem novas oportunidades de trabalho. Tudo como as relações sociais devem ser, mas com uma grande diferença: a ausência quase total de contato pessoal.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

2 TEDx São Paulo: Guti Fraga

Há 20 anos, ele largou uma parceria de sucesso com Marília Pêra para criar a própria companhia de teatro. Subiu o morro, juntou a molecada do Vidigal, no Rio, e mostrou como pequenas ações podem ser transformadoras. Em duas décadas, o Nós do Morro montou 19 espetáculos, se multiplicou por mais quatro cidades, viajou o Brasil e participou até do prestigiado festival promovido pela Royal Shakespeare Company. Mais de 1.600 pessoas passaram por suas oficinas – hoje, são 380. Aos que pedem uma definição do projeto, Guti responde: “Não somos uma escola, somos uma vida”.

“A vida no morro é uma arte” este é o tema que Guti Fraga abordou no TEDx São Paulo. TED é uma ONG Americana, mais conhecida por suas conferencias. Suas palestras ou TED Talks são amplamente espalhados pela internet.

“O TED surgiu em 1984 como uma conferência anual na Califórnia e já teve entre seus palestrantes Bill Clinton, Paul Simon, Bill Gates, Bono Vox, Al Gore, Michelle Obama e Philippe Starck. Apesar dos mil lugares na platéia, as inscrições esgotam-se um ano antes. Cerca de 500 das palestras estão disponíveis no site do evento e já foram acessadas por mais de 50 milhões de pessoas de 150 países. A cada ano a organização elege um pensador de destaque e repassa a ele 100 mil dólares para ele que possa realizar “Um Desejo que Vai Mudar o Mundo”. Com essas 4 ações, TED Conference, TED Talks, TED Prize e TEDx a organização pretende transformar seu mote “ideias que merecem ser espalhadas” cada vez mais em realidade. “Acreditamos apaixonadamente no poder das ideias para mudar atitudes, vidas e, em última instância, o mundo”, dizem os organizadores do TED. Nós também. E você?”

“Nos acreditamos apaixonadamente no poder das idéias para mudar atitudes, vidas e no final das contas, o mundo. Então nos estamos construindo aqui uma câmara de compensação que oferece conhecimento grátis e entusiasmo dos pensadores mais inspiradores do mundo, e também uma comunidade de almas curiosas para engajar com idéias de cada um. “

Mais sobre Guti Fraga:
http://www.terra.com.br/istoegente/200/reportagens/guti_fraga.htm
http://www.maiscascavel.com.br/news.php?news=1628


TEDxSP 2009 - Guti Fraga, do Nós do Morro: arte, transformação e possibilidade. from TEDxSP on Vimeo.

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