quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
2 Nietzsche E O Sofrimento
[Os espíritos crescem e a virtude floresce, à medida que é ferida.]
Muitos filósofos tentaram reduzir nosso sofrimento, oferecendo conselhos de como amenizar nossa dor, confortando-nos; e religiões, como o cristianismo, que se propõem a oferecer consolo aos seus fiéis. O sofrimento é visto como um sentimento que causa dor, desolação, angústia, falta de auto confiança. Mas, quem disse que esses sentimentos são necessariamente ruins? Segundo o filósofo alemão Friedrich Wilhelm Nietzsche (1844-1900), sofrer significa muito mais do que isso. O sofrimento, na filosofia nietzscheana, ao contrário da opinião popular, é algo vantajoso na vida. Sem sofrimento não há vitória, não há sucesso. Embora muitos imaginem o sucesso como fácil e natural para algumas pessoas, na visão de Nietzsche não existe um caminho reto até o topo. "Não falem de dons ou talentos inatos.” ele escreveu. “Podemos listar muitas figuras importantes que não tinham talento, mas conquistaram seu mérito e transformaram-se em gênios. Elas fizeram isso superando dificuldades."
0 Estudo mostra que crianças preferem a vida real à digital
O relatório aponta que mais de 30% das 3.020 crianças entrevistadas gosta mais de encontrar amigos pessoalmente a conversar e manter contato em redes sociais ou em programas de mensagens instantâneas. Destas, 44% acreditam que a web contribui para manter amizades. Segundo Victoria Hardy, diretora-executiva de Pesquisa para os Canais Disney na região, as crianças da “geração XD” já compreendem o impacto que a tecnologia terá sobre suas vidas.
Trata-se de uma das primeiras reflexões sobre a distribuição de tempo entre vidas “on-line e offline“. Aos poucos, percebe-se a possibilidade de construir uma sociedade mais equilibrada, digitalizada, porém moderada. Um estágio de amadurecimento entre tecnologia e comunicação em um grupo seleto que conheceu o mundo de forma conectada. Sai dos holofotes a “era do excesso” ou abundância para valorizar a possibilidade que dois cenários distintos produzidos por uma mesma pessoa possam potencializar relações sociais
Fonte: Vivee
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
1 57% da população deixaria a capital paulista se pudesse
Segundo a pesquisa, aumentou de 6% para 28% a quantidade de pessoas que afirmam temer alagamentos. Também apresentaram altas o receio em relação ao trânsito (de 16% para 18%), a atropelamentos (de 7% para 13%), a assaltos ou roubos (57% para 65%) e às torcidas organizadas de futebol (de 6% para 11%).
A pesquisa por amostragem foi feita em dezembro do ano passado e entrevistou 1.512 pessoas. Foram cobertas todas as regiões de São Paulo e mesclados perfis variados em relação a sexo, grau de instrução, cor, estado civil e renda. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
O levantamento teve como base os itens referentes à qualidade de vida sugeridos por mais de 40.000 pessoas. Os entrevistados puderam dar notas de 1 a 10 para a cidade baseados nesses itens – a nota 1 significa estar totalmente insatisfeito; a nota 10, totalmente satisfeito. A nota média de São Paulo foi de 4,8 pontos.
Setores - A nota mais alta ficou com o quesito relações humanas, com 6,5 pontos. Em seguida, aparece o item religião e espiritualidade, com 6,3. O quesito trabalho também obteve nota acima da média, com 6,2, embora o número de entrevistados que consideram algum aspecto do trabalho bom ou ótimo não tenha passado de 25%.
Saúde e educação ficaram com uma média de 5,1 e 5,0, respectivamente. Mais de 60% dos entrevistados acreditam que não há democracia na educação e 71% acham que o serviço para agendar consultas, exames e resultados nos sistemas de saúde é ruim ou péssimo. Os menores índices, por sua vez, ficaram com segurança (4,3), transporte (4,0), desigualdade social (3,9). A nota mais baixa ficou com transparência e participação política (nota 3,3).
Prefeitura - A aprovação da gestão do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), foi fortemente abalada no último ano, segundo dados da pesquisa. Em relação à última edição, passou de 12% para 26% o total de pessoas que avaliaram a gestão como ruim ou péssima. Dentre os que consideram ótima ou boa, caiu de 46% para 28%.
Fonte: Veja.com
0 O Poder das Mídias Sociais
0 Nos laços (fracos) da internet

Em nenhum outro país as redes sociais on-line têm alcance tão grande quanto no Brasil, com uma audiência mensal de 29 milhões de pessoas. Mas ter milhares de amigos virtuais não deixa ninguém menos solitário
As redes sociais na internet congregam 29 milhões de brasileiros por mês. Nada menos que oito em cada dez pessoas conectadas no Bra-sil têm o seu perfil estampado em algum site de relacionamentos. Elas usam essas redes para manter contato com os amigos, conhecer pessoas – e paquerar, é claro, ou bem mais do que isso. No mês passado, uma pesquisa do Ministério da Saúde revelou que 7,3% dos adultos com acesso à internet fizeram sexo com alguém que conheceram on-line. Os brasileiros já dominam o Orkut e, agora, avançam sobre o Twitter e o Facebook. A audiência do primeiro quintuplicou neste ano e a do segundo dobrou. Juntos, esses dois sites foram visitados por 6 milhões de usuários em maio, um quarto da audiência do Orkut. Para cada quatro minutos na rede, os brasileiros dedicam um a atualizar seu perfil e bisbilhotar o dos amigos, segundo dados do Ibope Nielsen Online. Em nenhum outro país existe um entusiasmo tão grande pelas amizades virtuais. Qual é o impacto de tais sites na maneira como as pessoas se relacionam? Eles, de fato, diminuem a solidão? Recentemente, sociólogos, psicólogos e antropólogos passaram a buscar uma resposta para essas perguntas. Eles concluíram que essa comunicação não consegue suprir as necessidades afetivas mais profundas dos indivíduos. A internet tornou-se um vasto ponto de encontro de contatos superficiais. É o oposto do que, segundo escreveu o filósofo grego Aristóteles (384-322 a.C.), de fato aproxima os amigos: "Eles precisam de tempo e de intimidade; como diz o ditado, não podem se conhecer sem que tenham comido juntos a quantidade necessária de sal".
Por definição, uma rede social on-line é uma página na rede em que se pode publicar um perfil público de si mesmo – com fotos e dados pessoais – e montar uma lista de amigos que também integram o mesmo site. Como em uma praça, um clube ou um bar, esse é o espaço no qual as pessoas trocam informações sobre as novidades cotidianas de sua vida, mostram as fotos dos filhos, comentam os vídeos caseiros uns dos outros, compartilham suas músicas preferidas e até descobrem novas oportunidades de trabalho. Tudo como as relações sociais devem ser, mas com uma grande diferença: a ausência quase total de contato pessoal.
0 A "Verdade" Para Nietzsche
Em Nietzsche toda palavra é metáfora: um estímulo nervoso em forma de imagem, primeira metáfora; a imagem tranposta em um som; segunda metáfora. A partir dessas metáforas em seus múltiplos significados – as palavras: os conceitos -, o homem está enredado numa trama ficcional inesgotável.
A mentira também é outro peso primordial do homem em rebanho. Mentira é uma verdade, verdade de que tal coisa não é verdadeiro – é mentira.
Verdades e mentiras são ilusões como todas as coisas demarcadas na linguagem; ilusão que não se sabe ser ilusão: eis aí a câmara de tortura da vida.
Poderá perguntar o leitor, mas o seu exposto sobre a verdade para Nietzsche não quer ser verdade? Em certo sentido, se levado à interpretação das palavras, sim. Nesse momento dizemos que a linguagem se quebra nela mesma; mas o importante é a forma como nos relacionamos com as palavras, como somos afetados por elas: ora pois, esse breviário não é senão um afeto do autor sobre aquilo que ele vê em Nietzsche à respeito da verdade. É para além da verdade e da mentira: temos que parar de, como lobos famintos, querer se alimentar de verdades e mentiras, de bem e mal, bom e ruim… e aprender a navegar em novos mares, para além.
Verdade, portanto, não é algo que existisse e que se houvesse de encontrar, de descobrir – mas algo que se há de criar e que dá o nome a um processo.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
2 TEDx São Paulo: Guti Fraga
“A vida no morro é uma arte” este é o tema que Guti Fraga abordou no TEDx São Paulo. TED é uma ONG Americana, mais conhecida por suas conferencias. Suas palestras ou TED Talks são amplamente espalhados pela internet.
“O TED surgiu em 1984 como uma conferência anual na Califórnia e já teve entre seus palestrantes Bill Clinton, Paul Simon, Bill Gates, Bono Vox, Al Gore, Michelle Obama e Philippe Starck. Apesar dos mil lugares na platéia, as inscrições esgotam-se um ano antes. Cerca de 500 das palestras estão disponíveis no site do evento e já foram acessadas por mais de 50 milhões de pessoas de 150 países. A cada ano a organização elege um pensador de destaque e repassa a ele 100 mil dólares para ele que possa realizar “Um Desejo que Vai Mudar o Mundo”. Com essas 4 ações, TED Conference, TED Talks, TED Prize e TEDx a organização pretende transformar seu mote “ideias que merecem ser espalhadas” cada vez mais em realidade. “Acreditamos apaixonadamente no poder das ideias para mudar atitudes, vidas e, em última instância, o mundo”, dizem os organizadores do TED. Nós também. E você?”
“Nos acreditamos apaixonadamente no poder das idéias para mudar atitudes, vidas e no final das contas, o mundo. Então nos estamos construindo aqui uma câmara de compensação que oferece conhecimento grátis e entusiasmo dos pensadores mais inspiradores do mundo, e também uma comunidade de almas curiosas para engajar com idéias de cada um. “
Mais sobre Guti Fraga:
http://www.terra.com.br/istoegente/200/reportagens/guti_fraga.htm
http://www.maiscascavel.com.br/news.php?news=1628
TEDxSP 2009 - Guti Fraga, do Nós do Morro: arte, transformação e possibilidade. from TEDxSP on Vimeo.






